Defensoria promove palestra sobre combate ao assédio moral e sexual no ambiente de trabalho

A Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM), por meio da Escola Superior da Defensoria Pública (Esudpam) promoveu, nesta sexta-feira (22/5), a segunda edição da palestra “Assédio Moral e Sexual no Trabalho: Perspectivas Psicológicas e Jurídicas”. A atividade reuniu servidores e colaboradores no auditório da sede administrativa, localizada na avenida André Araújo, zona Centro-Sul da capital, para discutir prevenção, acolhimento e enfrentamento à violência no ambiente de trabalho. 
A atividade reuniu servidores e colaboradores nesta sexta-feira, no auditório da Instituição

A Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM), por meio da Escola Superior da Defensoria Pública (Esudpam) promoveu, nesta sexta-feira (22/5), a segunda edição da palestra “Assédio Moral e Sexual no Trabalho: Perspectivas Psicológicas e Jurídicas”. A atividade reuniu servidores e colaboradores no auditório da sede administrativa, localizada na avenida André Araújo, zona Centro-Sul da capital, para discutir prevenção, acolhimento e enfrentamento à violência no ambiente de trabalho. 

Para a 2ª Subdefensora Pública Geral e presidente da Comissão de Combate ao Assédio, Violência Política e Discriminação da Defensoria, Sarah Lobo, falar sobre o tema de forma contínua é essencial para que trabalhadores reconheçam situações de violência e entendam que esse tipo de prática não deve ser naturalizada. 

“É muito importante que a gente converse com os trabalhadores sobre a existência desses ilícitos para que eles tenham consciência de que essas práticas não são toleráveis. Apenas quando levamos informação aos trabalhadores eles conseguem entender seus direitos e identificar esse tipo de violência”, pontuou Sarah Lobo. 

De acordo com a psicóloga e analista social da Diretoria de Gestão de Pessoas, Roberta de Lima, o silêncio em casos de assédio pode agravar ainda mais o sofrimento das vítimas. 

“Quando a gente tem um ambiente onde as vítimas não se sentem à vontade para falar sobre a violência ou o assédio que estão sofrendo, isso piora muito a qualidade de vida dessas pessoas. Além da violência em si, existe também uma violência institucional, quando elas não encontram espaço para falar sobre o que aconteceu”, explicou. 

Para Roberta, situações contínuas de violência podem provocar ansiedade, depressão e outros impactos emocionais relacionados ao ambiente de trabalho. Por isso, além do enfrentamento, ela defende que as instituições também invistam na prevenção e fortalecimento de relações de respeito no ambiente profissional. 

A Defensoria do Amazonas conta com o canal eletrônico da Comissão de Combate ao Assédio: comissãoprevencaoassedio@defensoria.am.def.br. Além disso, as denúncias também podem ser encaminhadas à chefia imediata, à Corregedoria ou à Diretoria de Gestão de Pessoas.

Texto: Aline Ferreira 
Fotos: Lucas Silva / DPE

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