Treinamento nos sistemas internos da Defensoria vai até sexta-feira (10); módulo sobre direito de família abriu espaço para os estudantes de direito
A Escola Superior da Defensoria Pública do Estado do Amazonas (Esudpam) iniciou, na terça-feira (7), as atividades do projeto “Esudpam no Interior” no município de Tefé (a 523 quilômetros de Manaus). A programação segue até sexta-feira (10) com treinamento voltado a servidores, estagiários e colaboradores da instituição na região do Médio Solimões.
O objetivo é qualificar o atendimento prestado à população com foco em ferramentas internas e práticas voltadas à rotina da Defensoria. Entre os conteúdos abordados está o uso do sistema de gerenciamento de atendimentos, adotado para organizar demandas e reduzir o tempo de resposta aos assistidos.
Para o estagiário Carlos Henrique, de Tefé, receber a Esudpam no próprio município tem valor prático imediato. “O sistema de gerenciamento de atendimento é uma ferramenta poderosa na busca pela agilidade e pela humanização dos nossos assistidos”, destacou.



Família e solução extrajudicial na UEA
Nesta quarta-feira (8), a programação abriu espaço para a comunidade acadêmica. O módulo “Atendimento de Família e Solução Extrajudicial”, conduzido pelo 1º Subdefensor Público Geral Helom Nunes, aconteceu em sala de aula da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) no município.
“Levar esse módulo para dentro da universidade é uma forma de mostrar, na prática, como a Defensoria atua na vida das pessoas. A solução extrajudicial em matéria de família exige sensibilidade e escuta qualificada; então, quanto antes o estudante tiver contato com essa realidade, mais preparado estará para servir quem mais precisa”, pontuou Helom Nunes.
A qualificação foi aberta a qualquer estudante de Direito interessado em acompanhar e mostrou, em tempo real, como a Defensoria Pública conduz atendimentos e formaliza acordos na área de família.
Participante da atividade, a estagiária Ana Carla resume a expectativa da semana: “O treinamento é para que possamos ter uma escuta mais atenta para o que o nosso assistido deseja”, falou a estudante.
Texto: Aline Ferreira
Fotos: Luiza Chaves/DPE-AM
