Projeto entregou aos socioeducandos os certificados pela participação nas atividades de 2023
A Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) realizou, nesta sexta-feira (15), o encerramento das atividades deste ano do programa ‘Ensina-me a Sonhar’, em conjunto com o Centro Socioeducativo Assistente Social Dagmar Feitosa. Na oportunidade, foram entregues os certificados a nove alunos que participaram das atividades.
“Sentimos um prazer de estar aqui. É transformador ouvir as experiências dos palestrantes e as histórias dos socioeducandos. Tenho certeza de que 2024 será um ano melhor para todos nós e vamos ter Jesus como um modelo e inspiração de vida, já que ele sempre esteve ao lado das pessoas que eram invisibilizadas pela sociedade”, disse a defensora pública Dâmea Mourão, uma das coordenadoras do projeto.
O evento ocorreu no Centro Socioeducativo Assistente Social Dagmar Feitosa, localizado no bairro Alvorada, zona Centro-Oeste, e contou com a participação da Igreja Maranata.
Sentimos um prazer de estar aqui. É transformador ouvir as experiências dos palestrantes e as histórias dos socioeducandos. Tenho certeza de que 2024 será um ano melhor para todos nós e vamos ter Jesus como um modelo e inspiração de vida, já que ele sempre esteve ao lado das pessoas que eram invisibilizadas pela sociedade
defensora pública Dâmea Mourão

“Entendemos que a medida socioeducativa não deixa de ser um apoio social, além de ser uma forma de combater a pobreza e também é uma resposta da sociedade. É um trabalho perene. Agradeço às defensoras que iniciaram um projeto sensacional aqui, porque vislumbra aquilo que o Estado tem que fazer, que é proporcionar a empregabilidade”, enfatizou o diretor da unidade, Antônio Juracy.
Durante o projeto, foram ofertadas palestras de educação em direitos para contribuir com a inserção desse público no mercado de trabalho e reduzir os índices de reincidência.
A defensora pública Monique Cruz, que também coordena o programa, relatou que o ‘Ensina-me a Sonhar’ buscou abrir o leque de oportunidades de ensino aos socioeducandos, “assim como já trouxe pessoas que chegaram a cometer atos infracionais e passaram por unidades socioeducativas, e podem comprovar, pela própria experiência, que os problemas e dificuldades não são determinantes e limitadores do destino, mas podem ser superados e levar a um futuro melhor, com conquistas e vitórias”.
Texto: Isabella Lima
Fotos: Fernando Crispim/DPE-AM